A declaração de patrimônio à Justiça Eleitoral mostra que o deputado Paulo Cezar Martins (MDB) não se enriqueceu na política. Na prática, ao longo de seis mandatos, o decano não teve qualquer evolução patrimonial.
Na eleição de 2022, Paulo Cezar tinha um patrimônio declarado de R$ 463.095,17. Quatro anos depois, o patrimônio continua o mesmo: R$ 477.100,35, espelhando apenas a correção monetária.
O dado coloca Paulo Cezar 35ª entre os parlamentares com menor patrimônio, na atual Legislatura, que tem 41 deputados.
Paulo Cezar gosta de citar uma frase do saudoso Ulysses Guimarães: “Não roubar, não deixar roubar, por na cadeia quem roube, eis o primeiro mandamento da moral pública”. É uma espécie de mantra que tem pautado sua vida política.
Os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), destacados pelo jornal O Popular, edição de hoje, 14 de agosto, mostram que entre os 58 deputados estaduais e federais, 41 tiveram aumento de patrimônio entre 2022 e 2026. “Não compro voto, não compro consciência e estou na política para servir e, não, para me servir do dinheiro do povo”, sintetiza Paulo Cezar Martins.
